BRASILEIRINHO X TIJOLO CERÂMICO

Na fabricação do Brasileirinho não há o consumo de madeira, gás, óleo ou outros combustíveis que poluem o meio ambiente. É ecologicamente correto porque substitui os tradicionais tijolos cerâmicos que na sua produção além de contribuir para o desmatamento, lançam fumaça e resíduos de queima no ar, colocando em risco o futuro do planeta.

Qualidade e Resistência

O BRASILEIRINHO chegou não só para substituir os tijolos comuns, mas também para acrescentar muito mais qualidade e resistência, tornando-se um produto muito superior em relação aos tijolos convencionais.

Por que o nome brasileirinho?

É chamado de BRASILEIRINHO porque além de ser criado no Brasil, ele atende todos os padrões de medidas adotadas no país e também nossas expectativas que vão desde a economia e rapidez até a facilidade de aplicação de seu sistema construtivo.

A Demanda do Mercado

As medidas do Brasileirinho se ajustam perfeitamente aos padrões nacionais já adotados para facilitar a demanda do mercado. As medidas do brasileirinho são mais precisas pois não há deformidade provocada pelo calor do cozimento.

Medidas e Modelos Padronizados

Além das medidas, você pode contar também com uma variedade de modelos.

Brasileirinho Modular

Com suas medidas perfeitas, o Brasileirinho faz parte do Sistema Construtivo Modular, que facilita o acabamento da obra, podendo embutir todo sistema hidráulico, elétrico e estrutural, além de combater a umidade, melhorando a qualidade de vida.

O Brasileirinho, na versão Modular, faz parte do Sistema Construtivo Modular que é uma inovação na tecnologia da construção.

1- Devido à sua imperfeição, paredes feitas de tijolos comuns precisam de uma camada grossa de argamassa para o acabamento.

2- A fina camada de argamassa só é possível devido as medidas precisas e a alta aderência do Brasileirinho. Com isso teremos economia de tempo, material, mão de obra e a diminuição do peso da obra.

Brasileirinho Estrutural

O Brasileirinho, como o módulo estrutural, além de ser ótimo no preenchimento dos vãos, é um elemento muito importante na estrutura da obra.

As características vazadas do brasileirinho permitem o embutimento das colunas nas paredes, dispensando o madeiramento, tempo, mão-de-obra e gasto na confecção das fôrmas.



Brasileirinho Canaleta

O módulo canaleta apresenta dois furos para a passagem do ar, instalações elétricas, hidráulicas e ferragens, através da cinta de amarração.

Para que fiquem livre os furos através da cinta de amarração, usamos durante a concretagem, canos de PVC conforme “Fig. A” que poderão ser retirados após a secagem do cimento.

Os furos através da cinta de amarração permitem a passagem das instalações elétricas, hidráulicas e a circulação do ar, livrando as paredes da umidade.

Para que serve Verga e Contra Verga?

Vergas e contra vergas são vigas colocadas nos vãos como portas e janelas na intenção de reforçar o local. Mas não são eficientes como as cintas de amarração.

Em resumo: vergas e contra vergas são vigas que saem do nada e vão para nenhum lugar.

Cinta de Amarração

Hoje sabemos que verga e contra verga é coisa do passado porque com a facilidade do Sistema Construtivo Modular, podemos utilizar as cintas de amarração ao redor de toda a construção interligando tudo.

Combatendo a Umidade

Os furos do brasileirinho permitem a livre circulação do ar no interior das paredes, o que facilita a evaporação, eliminando a umidade, tornando o ambiente mais agradável e saudável.

Obs.: Não devemos esquecer que fungos e bactérias preferem lugares úmidos.

Assentamento

O assentamento do Brasileirinho é feito com um aplicador muito parecido com um confeitador de bolo que pode facilmente controlar o fluxo da massa, proporcionando economia, rapidez e limpeza no ambiente de trabalho.

Evitando a Quebra de Paredes

Com o sistema construtivo modular podemos evitar a quebra que normalmente abalam e enfraquecem as paredes, além da sujeira e desorganização evita o desperdício de materiais e mão de obra.

Instalações elétrica e hidráulica

Os furos vazados do Brasileirinho permitem a passagem das instalações elétricas e hidráulicas através das paredes, possibilitando também futuras instalações.

Galeria de Fotos

Como selecionar materiais adequados para fazer blocos, lajotas de pavimentação e brasileirinho

Selecionar os materiais corretamente é essencial para que o artefato seja fabricado com qualidade, garantindo que sua obra seja um sucesso. Veja abaixo os materiais mais utilizados e como separar e adequar as matérias primas:

Pó de Pedra: Possui, em média, de 0 a 3 mm de granulometria. Geralmente, é aplicado em usinas de asfalto (CBUQ, PMF, PMQ), em colchões de pavimentos rígidos e flexíveis, em fábricas de blocos, em manilhas e na confecção de materiais pré-fabricados (blocos, tijolos, etc.)

Pedrisco: Com forma arredondada, o pedrisco tem em média entre 3 a 6 mm de granulometria. Geralmente, é aplicado em usinas de asfalto (CBUQ, PMF, PMQ), em colchões de pavimentos rígidos e flexíveis, em fábricas de blocos, em manilhas e na confecção de materiais pré-fabricados (blocos, tijolos, etc.)

Brita zero: Possui, em média, de 6 a 8 mm de granulometria. Geralmente, é aplicado em fábrica de blocos, em usinas de asfalto e concreto e em lajes pré-fabricadas.

Brita zerão: Possui, em média, de 12 a 14,5 mm de granulometria. É uma brita especial, aplicada principalmente em lajes pré-fabricadas. É utilizada em casos em que a brita zero é muito pequena e a brita um é muito grande para o artefato.

Pedrisco Misto: É a mistura do pedrisco com pó de pedra. Algumas pedreiras fornecem aos fabricantes de blocos uma mistura meio a meio.

Talco de pedra: É necessário muito cuidado ao utilizar esse material, pois é muito fino, gerando problemas na fabricação do bloco por consumir mais cimento e baixar a produção, já que emplasta (gruda) na forma frequentemente.

Areia: É utilizada areia média ou grossa, mas pode-se utilizar uma pequena parcela de areia fina para fechar os poros dos blocos, melhorando seu acabamento e evitando os problemas causados pelo talco de pedra.

É importante lembrar que materiais grossos demoram mais para compactar, tem menor acabamento e desgastam mais rapidamente os equipamentos.

Escolha o Material Correto

Selecionar os materiais corretamente é essencial para que o artefato seja fabricado com qualidade, garantindo que sua obra seja um sucesso.
Veja abaixo os materiais mais utilizados e como separar e adequar as matérias primas:

  • Pó de Pedra

    Possui, em média, de 0 a 3 mm de granulometria. Geralmente, é aplicado em usinas de asfalto (CBUQ, PMF, PMQ), em colchões de pavimentos rígidos e flexíveis, em fábricas de blocos, em manilhas e na confecção de materiais pré-fabricados (blocos, tijolos, etc.)

  • Pedrisco

    Com forma arredondada, o pedrisco tem em média entre 3 a 6 mm de granulometria. Geralmente, é aplicado em usinas de asfalto (CBUQ, PMF, PMQ), em colchões de pavimentos rígidos e flexíveis, em fábricas de blocos, em manilhas e na confecção de materiais pré-fabricados (blocos, tijolos, etc.)

  • Brita Zero

    Possui, em média, de 6 a 8 mm de granulometria. Geralmente, é aplicado em fábrica de blocos, em usinas de asfalto e concreto e em lajes pré-fabricadas.

  • Brita Zerão

    Possui, em média, de 12 a 14,5 mm de granulometria. É uma brita especial, aplicada principalmente em lajes pré-fabricadas. É utilizada em casos em que a brita zero é muito pequena e a brita um é muito grande para o artefato.

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